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Doce e Amargo faz o Ser

por O Gil, em 17.06.17

Doce ser,

Amargo ser,

Posso eu ser um atributo singular?

Posso eu ser uma sobre-simplificação?

Como posso eu parecer como vocês?

 

Irmãos e Irmãs, 

Quem de nós é apenas o que diz ser?

Algum de nós é realmente tão trivial como parece ser?

Sou eu especial, ou radicalmente desligado do mundo que me rodeia?

Vejo-vos ocultos na sombra das vossas farsas,

Tão simples nas suas aparências, 

Tão mórbidas na sua falsidade. 

 

Não me refiro aos sorrisos entalados

E às lágrimas de crocodilo.

Falo das histórias, 

Dos detalhes,

Das dores,

Dos prazeres,

Uns agradáveis e outros desagradáveis,

Alguns constrangedores,

E uns quantos,

Profanos.

 

Eu reconheço os meus atributos,

As complexidades que me rodeiam,

Que me englobam,

Mas conseguirão reconhecer,

Tudo o que faz parte de vocês?

Será que ocultam quem de facto são,

Ou será que o que vejo,

É tudo o que são?

 

 

 

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publicado às 20:50



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