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A (des)inteligência do amor

por O Gil, em 21.01.15

No dia a dia em que sobrevivemos, maioritáriamente falhamos, depois sofremos, eventualmente conquistamos, e viciosamente um ciclo se estabelece e a inescusabilidade desse processo se percebe.

Filosóficamente é uma visão que se designa como pessimista, no entanto, considero-a mais para o realista.

Comparativamente, somos irrelevantes, grãos de areia numa praia cósmica e infinita onde consciência total é inexistente, leis deterministas são objetivamente descartadas, e O Caos e O Aleatório imperam fundamentados.

No centro, o nosso centro, o reinado ilusório é apenas o nosso, mas resume-se a uma falácia evolutiva e catástrofes sociais desmedidas.

Por consequência, obtemos o amor, tirado de um saco no processo de se decompor, repleto de incompreensões que apenas nos trazem dor.

Biológicamente irracional, o amor persiste apenas por ser natural, causando dor e instabilidade, quando inocente se torna culpado por incompetência do humano em geral. 

Deturpado e perseguido, torna-se por isso um fim nunca conseguido, quando na verdade o amor é apenas incompreendido.

Existe, no entanto, uma solução para acabar com o pranto, e essa é a de obliviar da memória a subjetividade irreal do afeto, e levar ao peito a noção de que no fundo, o amor é apenas fogo para a reprodução do mundo.

Lógicamente, está na hora de seguir em frente, cessar os truques da mente e avançar a vida como se todos fossem um individuo contente, para que na conclusão, se possa ser um com a razão.

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publicado às 18:53


3 comentários

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De Olinda Gil a 22.01.2015 às 03:45

Nós somos a consciência do Universo
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De Anónimo a 20.09.2015 às 21:32

Devias começar a postar mais, tens muito talento!
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De O Gil a 26.09.2015 às 16:49

Muito obrigado ! Sendo assim sou capaz de acrescentar umas coisas novas !

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